Uma arquiteta que transforma afeto em espaço e história em projeto.
Ana Lívero — arquitetura, memória e natureza.
Há mais de 10 anos, a arquiteta Ana Lívero cria ambientes onde natureza, ancestralidade e brasilidade se encontram com o conforto do cotidiano.
À frente do estúdio Ana Lívero | Arquitetura & Interiores, ela desenvolve projetos residenciais e comerciais que refletem a essência de quem habita, acolhem, inspiram e traduzem histórias reais.
Para Ana, morar é pertencer — e cada projeto nasce desse encontro entre quem somos e o que a natureza ensina.
Morar é ver beleza no que é simples, é deixar o tempo entrar pela janela e a história se fazer em cada detalhe.
Filosofia / Assinatura
Arquitetura com identidade.
Ambientes que unem memória, natureza e contemporaneidade.
Com uma abordagem focada no equilíbrio entre beleza, funcionalidade e sustentabilidade, Ana propõe espaços que respiram brasilidade, valorizam o artesanal e traduzem afeto em forma.
Nada é replicado: cada projeto é único, feito sob medida, moldado pela rotina e pelo olhar de quem vai habitar.
Com olhar sensível e uma estética que une o artesanal ao contemporâneo, criamos ambientes que respiram brasilidade, memórias e pertencimento.
Sou Ana Lívero, moradora do Jardim Magnólia, arquiteta e mãe.
Trabalho com design biofílico, ancestralidade e design afetivo — linguagens que traduzem a maneira como vejo o mundo.
O meu caminho na arquitetura nasceu do desejo de criar espaços que cuidam das pessoas, que unem técnica e sensibilidade, estética e pertencimento.
No Jardim, que também dá nome ao bairro onde moro e ao coração do escritório, encontro a inspiração para conectar o natural e o humano.
É entre árvores, memórias e gestos simples que a arquitetura se torna um reflexo de quem somos.
Ser mãe
Entre obras, visitas e projetos, há o papel que mais inspira: ser mãe.
A maternidade me ensinou sobre tempo, leveza e propósito.
Minha filha me mostra todos os dias que uma casa é mais do que um lugar bonito —
é onde a vida acontece, onde o amor cresce e a memória floresce.
Essa vivência transformou minha forma de projetar:
hoje penso em espaços que acolhem, que têm alma, e que permitem que cada história floresça com liberdade.